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sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

A volta de Lost

Sim, você viu uma imagem de Charlie. Será que o cara mais chato da ilha, que custou a morrer, e, quando morreu deixou muita gente com olhos marejados e beicinho, vai voltar? Os produtores garantiram que não (ufa!), então, vai ver que ele volta só como flashback da Claire (a outra chata).

O trailer não mostra muito, pra variar. Apenas umas bolas amarelas curiosas, outro símbolo da Dharma e o famigerado Charlie. Ah, pelo que eu vi comentando em outros blogs, o número seis aparece (não me pergunte onde), e serve para indicar o número exato de pessoas que vão deixar a ilha. Já se sabe quem são, mas é óbvio que eu não vou olhar né?

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Heroes, amor ou ódio?

Atenção: Esse post pode conter Spoilers, ou não! (este é um blog cheio de suspense)

Alguém pode me explicar o que anda acontecendo com Heroes? Nunca odiei tanto e amei tanto um seriado. Do episódio oito ao nove eu vibrei, ignorei completamente os furos no roteiro, os constantes resets da história e os personagens agindo aleatoriamente. Até disse pra mim mesmo ‘e pensar que quase desisti de ver esse seriado maravilhoso’. Ledo engano, ledo engano. A verdade é que Heroes é uma bosta mesmo, tenho que admitir.

Os personagens parecem agir como pessoas em um jogo de RPG, uma parada de dados decide o que eles vão fazer. Os roteiristas definitivamente não conhecem o conceito de coerência, ou, são todos esquizofrênicos. Na primeira temporada o Peter só queria saber de descobrir seus poderes, cismava por tudo quanto era santo que podia voar. E agora? Agora que ele descobre que é praticamente um semi-deus, o cara, repentinamente, quer ser normal! O Mohinder queria acabar com a Companhia que supostamente tinha matado seu pai, mas, atualmente, ele trabalha com eles! Como ele mudou de idéia? Simples, um belo dia quando a menininha mais chata do mundo, chamada Molly, resolveu entrar em coma, o Mohinder concluiu com toda a astúcia que lhe é pertinente, que o melhor lugar para levá-la seria a Companhia. Brilhante! Ele deve ter tirado esse diploma de geneticista dele na Faculdade São José dos Capins, aqui pelo Brasil mesmo.

Lembram-se que alguém queria explodir Nova York na primeira temporada? Supostamente pra levar o Nathan a presidência dos EUA? Pois é, ninguém fala mais nisso. Agora a modinha é falar do vírus. Como diria the Beast, minha Santa Aquerupita!

Outra coisa que me incomoda muito: os heróis do título são relutantemente heróis. Os desgraçados ficam choramingando pelos cantos pelo fato de terem poderes. É por isso que eu vou dizer algo que eu nunca pensei que diria: a minha parte favorita até agora é a do moleque que fala com máquinas e sua priminha que copia tudo que vê. Eles são os autênticos Heroes da história. Além do mais, os poderes dos personagens são usados apenas quando conveniente. O Peter vai, no décimo episódio, numa casa de uma certa pessoa. Ele vai com o Adam, só que a tal pessoa diz que o Adam é um fdp e não dá a informação que o Peter quer. Se você pudesse ler mentes o que você faria? Arrancaria a informação da perua, certo? É o que ele faz. Agora um momentinho da sua atenção, atente para um problema. O Adam é realmente um fdp, só que ele ‘esconde’ isso do Peter. Como? Não faço a menor idéia, nem me passa pela cabeça como alguém esconde algum segredo de um cara que lê pensamentos. Mas a resposta deve ser do tipo: “ah ele faz isso pra dar certo a história”. Igualzinho eu fazia em química na escola.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Telecine aberto

Sempre que os canais do Telecine estão liberados na Sky (na casa dos meus pais) eu vou dormir com dor-de-cabeça. Fico grudado na frente da televisão o dia inteiro, especialmente no Telecine Cult que é ótimo! O grande problema é que nesse feriadão a programação não estava lá grandes coisas. Os melhores filmes em exibição eu já tinha visto. Mas mesmo assim, aposto que vocês estão curiosíssimos para saber o que eu assisti, certo? Não? Bom, problema de vocês porque eu vou contar assim mesmo.

Miami Vice. Achei esse filme maravilhoso, fotografia sem igual. A questão é que eu já tinha assistido antes, mas, como não tinha opção melhor e eu queria morrer na frente da TV, eu vi de novo. As cores das luzes de fundo, fosforescentes, resgatam um pouquinho da breguice dos anos 80, lindo, absolutamente lindo. Ninguém filma em digital como Michael Mann.

Em seu Lugar. O segredo pra assistir esse tipo de filme é manter as expectativas lá embaixo, assistir domingo a noite ajuda também (o horário mais deprimente de toda semana). Cumprindo esses requisitos eu até que achei 'bonitinho'.

O Golpe Perfeito. Fotografia em vídeo nojenta. Horrorosa mesmo. Dá impressão de ser aquele tipo de filme feito pra TV com 10 dólares de orçamento. É impressionante, no entanto, que o elenco do filme seja expressivo, contando com a participação de Dustin Hoffman, Paul Giamatti, Rachel Weisz e Andy Garcia, entre outros. Weird, o diretor deve ter feito algum tipo de bruxaria pra essa galera participar de um filme de baixo orçamento.

007 Cassino Royale. O 007 proletário, e eu gostei. Sem aquelas frescuradas aristocráticas o 007 é bem mais humano e emocionante. Ele até se apaixona verdadeiramente! A sequência de perseguição com Parkour é de tirar o fôlego. Mas eu já tinha visto...

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Sobre séries e suspense

Uma coisa que sempre é dita em livros sobre roteiros, é a respeito do suspense, especialmente o thriller: o público tem que duvidar, por um minutinho que seja, que o herói não conseguirá concluir seus planos. E isso é muito difícil hoje em dia, qual foi o último filme que você viu e que realmente ficou em dúvida que o herói iria sair de uma enrascada daquelas? A gente quase sempre, especialmente em filmes, sabe que no final das contas tudo vai dar certo, o cara vai se safar, o vilão se ferrar e a mocinha fica com o mocinho. Nada contra isso, o problema é que quando você tem certeza que isso vai acontecer a coisa toda fica um pouco enfadonha.

Acredito que algumas séries estão dando uma refrescada nesse conceito. Pensei isso assistindo o episódio de semana passada de Prison Break. Me deixou grudado, eu estava deitado e me levantei de tensão, comecei a falar em voz alta "Vai Michael! Vai!". E isso porque eu sabia que tudo tinha uma grande chance de não dar certo. Poxa, já mataram a namorada do irmão dele na primeira temporada, mataram a namorada do Michael na terceira e estavam prestes a matar o sobrinho dele, ninguém está a salvo em Prison Break! E a sensação que isso passa é a melhor possível, você fica com as calças na mão assistindo os episódios, e, invariavalmente, o Michael se ferra.

"Não perca a cabeça, eu vou conseguir!"

Jack Bauer, o invencível, é outro que também falha as vezes. Só pra exemplificar a mulher dele morre no último minuto da primeira temporada, isso porque ele ficou as 24 horas inteiras tentando salvá-la. Ele também não conseguiu impedir a explosão de uma bomba nuclear.

Hollywood está precisando de umas aulinhas com o pessoal dos seriados.

"Agora é só pegar meu carro e dirigir! To prontinho!"

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Spin-off de Prison Break?

Pensando sobre Prison Break outro dia: "Puxa, minha irmã quer ver a terceira temporada mas ainda não viu a segunda". Cheguei a seguinte conclusão: "Que diferença faz a segunda temporada para entender a terceira?". Quase nenhuma. A série resetou a história e a terceira temporada tem pouca conexão com a história original, já que Burrows foi incocentado, nem lembro mais porquê.

E agora a Fox anuncia que a série-mãe vai gerar um rebento. Uma versão feminina de Prison Break? Será que cola? Mais gente tendo planos mirabolantes pra fugir do Carandiru panamenho? Uma das graças de Prison Break é o personagem do Scofield, com aquele arzinho blasè cheio de planos geniais e mirabolantes. A moçoila do novo seriado não pode ser um poço de fragilidades ou eu acho que isso não funcionará. Mas já foi dito que a personagem seria uma rica dona-de-casa, e, peruas não são muito engenhosas!

Notícia by Omelete.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Band of Brothers...snif, snif


Atrasado, como sempre, eu terminei de ver Band of Brothers. De início eu fiquei com o pé atrás. Tudo bem, eu não sou daquelas pessoas que diz: 'Bah, americanos, que se fodam'. Posso até já ter sido assim, mas hoje em dia não mais. Americanos são até legais, se você for pensar bem. Tá certo que eles são dados a um pouco de idiotice nas urnas, mas, cá entre nós, os brasileiros também são bem viciados em cretinices eleitorais.

O meu pé atrás era pelo fato de que filmes de guerra normalmente não me atraem tanto, a não ser por aspectos de direção de arte e fotografia. Normalmente eu acho uma idiotice filmes que tentam buscar muita honra numa coisa que é simplesmente uma carnificina. A Segunda Guerra não é tão diferente. Ok, Hitler era um maníaco. Mas se engana quem acha que foi por causa dele que os EUA foram à guerra. Afinal de contas, na década de 90 os EUA tiveram uma grande oportunidade de livrar uma nação africana de déspotas, quando os Hutus dizimaram cerca de 800.000 Tutsis em Ruanda. Onde é que eles estavam? Em casa, certo? Talvez se preparando para a Guerar do Golfo, pois lá tem um monte de coisas gosmentas que valem uma nota preta. Era esse, basicamente, meu medo. Um medo de ter vontade de gritar para os personagens do filme: "Vocês por acaso são idiotas? Ficam se achando o máximo por morrer pelo seu país, quando na verdade estão enterrados numa trincheira porque um monte de gente rica decidiu por isso?"

E nem venham me falar de campos de concentração e toda aquela crueldade, porque eles só descobrem sobre os campos quando a guerra está quase no fim.

Mas Band of Brothers me surpreendeu. A série mostra um grupo de paraquedistas que mergulha na Segunda Grande Guerra de cabeça, bem no dia D. Passam por dificuldades do caramba, após um treinamento árduo com o Ross, e ainda são obrigados a ver seus companheiros morrer.

A força da série está no fato de que os personagens representam pessoas comuns, que são sim enganados pela propaganda Ame-seu-país-morra-por-ele. Mas em nenhum momento os personagens parecem personificar a bandeira da liberdade ocidental. Querem matar alemães e voltar pra casa, apenas isso. Dick Winters, o soldado que termina Major, quer tão somente realizar um trabalho bem feito, nada mais que isso. E nessa união de objetivos eles se encotram na situação onde tem que se irmanar, confiar no companheiro ao lado, e, às vezes, vê-lo morrer.

Ironicamente, uma das cenas finais mostra não um general americano, mas sim um general alemão, falando aos seus soldados na paradisíaca Áustria. O que ele diz poderia ter sido dito por qualquer um dos lados, por qualquer general. A guerra é uma merda para os dois lados, por isso tanta amizade e companheirismo, porque francamente, sendo americano ou alemão, a única coisa que uma pessoa não quer é morrer sozinha com uma bala no crânio.

Fora isso a fotografia é magnífica. No último episódio, quando a Easy Company chega até a Áustria, tiva vontade de chorar. O lugar é tão magnífico que fui automaticamente transportado para lá. O andamento do episódio também foi perfeito para transmitir... paz. Com o final da guerra não haveria opção melhor. Entrentanto, quando estavam em batalha, a atmosfera da série mimetizava com perfeição a situação dos personagens. O episódio focado no médico, em Bastogne, foi o que mais me chamou atenção. A fotografia e a cenografia da floresta soterrada em neve é simplesmente deslumbrante.

Enfim, Band of Brothers foi uma grata surpresa. E no final, vendo todos aqueles velhinhos marcados permanentemente pela guerra, não pude deixar de pensar que, apesar de tudo, eles foram de fatos heróis.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Scofield e Jack Bauer

Esse episódio já emplacou mais na minha marcação de pontos. Não é toda série que começa um de seus episódios com a cabeça decapitada de uma de suas personagens principais. É, Sara não volta mesmo. A não ser que além de um grande escapista o Michael consiga bolar um jeito de trazer de volta a vida corpos decapitados. Não duvido. Parece também que ele está mais próximo da saída de Sona, finalmente.
E enquanto Scofield sai, Jack Bauer entra. O ator Kiefer Sutherland admitiu a culpa essa semana, por ter sido pego dirigindo bêbado. Parece que Jack Bauer vai passar umas férias na cadeia, e, aparentemente, ela está cheia de celebridades com péssimos hábitos de dirigir embriagadas. Lá esse negócio é sério...

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

House 04x02


Vou tentar me controlar. Mas é quase certo que eu não consiga, afinal, o que dizer de um episódio de House com referência a 2001 UMA ODISSÉIA NO ESPAÇO? Quase tive um orgasmo assistindo uma de minhas séries preferidas citando meu filme preferido. Mas isso não vem ao caso.
O episódio mostrou-se interessante, apesar de quê, eu teria achado mais legal se eles tivessem explorado mais a doença da moça, que escutava pelos olhos. Mas para além disso, os conflitos de House com 30 candidatos às suas 3 vagas de departamento foram bacana. Espero que ele não fique com a bitch dedo-duro. Cameron loira ficou interessante também, mas eu espero que os antigos pupilos de House passem a ocupar um lugar na série que gere mais conflitos diretos com House, quem sabe um departamento de diagnóstico paralelo e concorrente.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Prison Break (03x03)



Olha, Prison Break está começando a me encher. Talvez tenha sido só esse episódio, não sei, talvez seja meu humor hoje. Assistirei mais, sem dúvidas, mas mesmo assim algumas coisas eu tenho que notar. O roteiro é escrito de uma certa maneira: para cada palavra em segredo dita no seriado existem 300 testemunhas ocultas. Para cada ação que Scolfield arma, 90 pessoas tentam um contra-ataque. Os roteiristas criam uma rede enorme de envolvidos em casa milímetro que a história anda. É um saco! Desse jeito fica fácil, se eles precisarem enfiar um impedimento, um toque de suspense, é só escolher num fichário os 50 nomes das pessoas que ouviram Michael planejando algo, as 300 pessoas que podem seguir Burrows, ou, as 20 pessoas que Michael pode chantagear para conseguir algo.

Em última análise, Sona apenas replica Fox River. Nesse último episódio acompanhamos a 'terrível' necessidade de Michael em dar um telefonema para Sara. A propósito, o fato de Sara não aparecer ficou bastante ridículo também. Ou alguém não teve a sensação de: "ops, demitiram uma atriz aqui!"? A pseudo-Sara de costas foi um recurso detestável. Minha esperança está em Burrows, para que essa série engrene numa onda de ação novamente....

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

House de volta!


A Fall Season trouxe de volta o médico mais rabugento e amado, na semana passada. House retorna na sua quarta temporada e com novidades. Após as demissões em massa que sacrificaram toda sua equipe no final da terceira temporada, House tem uma equipe nova. Quem? Que tal o Dr. Enceradeira? Isso mesmo, no primeiro episódio o médico auxiliar de House é o faxineiro do hospital. Ele, pra variar, é contra alguma coisa. O Dr. Wilson e a Dra. Cuddy querem que ele contrate uma nova equipe, mas ceder não é exatamente uma das características desse médico. Wilson sequestra a guitarra de House e faz hilárias ameaças a 'vida' dela, caso ele não inicie as entrevistas de seleção.

A grande questão é quando os antigos membros de sua equipe voltarão, já que seus nomes ainda constam nos créditos e suas imagens andando ao lado de House, também. E eu gostava da Cameron e do Foreman. O Chase não, acho que ele não acrescenta muita coisa na série.

Assisti a terceira temporada numa maratona insana, onde muitas vezes vi quatro episódios seguidos. E o fato é que estou tão viciado por esse seriado quanto o House está por Vicodin (a propósito, eu quero provar esse remédio). A dor de cabeça, após assistir muitos episódios seguidos, só era pior do que constatar que não tinha ninguém de branco ao meu lado, para que eu vociferasse o pedido de uma ressonância magnética em mim mesmo. Compilei, então, uma lista que mede o grau de vício em House. Em parte tirada de comunidades no Orkut, em parte escrita por mim:

Você sabe que está viciado em House quando:

1.Adquire uma misteriosa obssessão por quadros brancos e pincéis atômicos.

2. Quando alguém diz que está com dor de cabeça você logo pensa que seria uma boa idéa fazer uma ressonância magnética.

3. É só chutar uma pedra para ter o ímpeto de levar a mão ao bolso e tirar um comprimido de Vicodin.

4. Se a dor do chute na pedra não passar rápido você pensa: "É, quem sabe não é uma boa idéia usar uma bengala".

5. Pessoas alegres e positivas realmente começam a te encher o saco.

6. Não importa qual assunto, pode ser a fome mundial, pra tudo existe um sarcasmo ácido.

7. Ninguém te dá uma receita de Vicodin, você começa a comer Tic-Tac compulsivalmente então.
8. Quando você acerta, e é sempre, não basta estar certo, você humilha quem errou.

9. Seu carro dá problema e você grita pra alguém do seu lado fazer um exame de Sarcoidose.

10. Seu anti-vírus faz exame para encontrar Lúpus em seus softwares.

11. Você passou a odiar Grey's Anatomy.

12. Ninguém consegue mais comer um sanduíche inteiro do seu lado.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Eles voltaram!

Quem me conhece sabe o tanto que eu amo Family Guy. E olha que é difícil hein, a série é considerada uma cópia de Simpsons ( e é mesmo), não é mais exibida na Fox, e mesmo assim, quando era exibida era aquela tragédia costumeira da Fox. Metade das exibições era dublada a outra legendada, mudava de horário constantemente, blá, blá, blá. Mas mesmo assim, tenho um motivo muito importante para gostar da série, e é simples: quase me mijo de rir toda vez que assisto. Ok, quase não tem roteiro, ao contrário, tem um bombardeio de referências, críticas politicamente-incorretas e flashbacks (como tem flashback!). Mas não tem jeito, se tentar segurar as risadas só porque não é tão bom não vou conseguir, além disso deve fazer mal pra saúde (assim como prender espirro).
A novidade é que a nova temporada estreiou ontem na TV americana, e trouxe um episódio maiorzinho, parodiando integralmente Star Wars. Olha pro pôster ali em cima e me diz se não dá vontade de imprimir e colocar na parede? Vi essa notícia no Omelete e já fiquei insande(s)cido querendo baixar o episódio. No Omelete, inclusive, tem os links pra ver o episódio picado no youtube, mas se eu fosse você nem corria, porque a uma altura dessas ele já deve ter sido retirado.
A família número 1 das séries animadas voltou também. Simpsons de volta na 19ª temporada. A novidade deles é a nova abertura, lotada de referências ao filme. Muito bacana, confiram.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Michel Gondry e os comerciais

Enquanto espero pra ver 'Science of Sleep', novo filme do diretor-cult-sensação-do-momento, Michel Gondry, vou me contentando com os comerciais que ele anda fazendo. Desde que estourou, depois de 'Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças' (puta filme bom!), os comerciais que ele fez vem fazendo grande sucesso no yotube. Mas a verdade é que ele começou como um diretor de clipes, muitos deles conhecidos e premiados. Ele também já fez sucesso resolvendo um rubik's cube com os pés, e também com o nariz. Esse comercial da motorola é simplesmente alucinante de legal:

Dica do Brainstorm #9.

Esse outro também é muito bom, comercial da Levi´s:

É claro que o filé, a cereja do bolo, vai demorar mais para estreiar. O próximo filme do diretor frâncês após 'Science of Sleep' é estrelado por ninguém menos do que...rufem os tambores...Jack Black! O nome da criança é 'Be kind, Rewind', e narra a história de um homem (Black), que fica magnetizado(?) e apaga todas as fitas de vídeo da locadora de um amigo. Para não perder a clientela eles resolvem refilmar todos os títulos. Essa promete ser uma das melhores comédias dos últimos tempos, com releituras ultimate toscas dos maiores clássicos do cinema até os blockbusters mais conhecidos. A previsão de estréia por aqui é para 31 de Dezembro.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Notícias de Lost


Produtor diz que o final de Lost começa a se aproximar

Ah! Claro, 2010 tá aí gente...quase nada. Deixa eu falar um pouquinho das agruras de ser um fã de Lost, vejam se é fácil aguentar. Lost é aquele tipo de série que de vez em quando aparece: genial, pelo menos no roteiro, e que te deixa morrendo de curiosidade pra saber o que vai acontecer em seguida. E aí está precisamente o problema: o 'em seguida' de Lost pode demorar meses! Longos meses.

As próximas três temporadas terão 16 episódios cada, o que significa que durante um ano a gente vai ter 16 semanas de Lost e ...calma, tô calculando...e 36 sem Lost! Que abuso! Eu me pego pensando excentricidades do tipo: 'Ah, o tempo podia passar rápido né? Podia passar um ano logo, rapidinho!'. Não! Não podia, eu vou ficar velho logo pô! Estão vendo? Gostar e acompanhar Lost é isso: quase um pacto com os produtores, 'Me dê a sua juventude e eu te darei entretenimento de qualidade!'(para ser lido com voz fantasmagórica e alongando bastante as vogais finais). Que absurdo! Que abuso! Que tentação em ler spoilers...aliás, outra provação moral que o fã de Lost tem que passar.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Prison Break de volta!


Uma das coisas que mais me irrita na vida, e acho melhor começar a compilar uma lista delas logo, são atores de meia-tigela que se acham astros. Sabe por que? Porque eles sempre estragam seus seriados preferidos. Com Lost foi assim, bastou que alguns passassem a dirigir embriagados, que dessem chiliquinhos no set e as demissões começaram. Felizmente os produtores sabem que o seriado dá grana e não cancelaram de vez. Se bem que os chiliquentos de lá são coadjuvantes, fico pensando o que seria de nós se os chiliques fossem do dr. Jack e sua turma.

Já com Michael Scofield a coisa é bem diferente. Descobri recentemente que ele é um pavãozinho cheio de manias. Ninguém no set de filmagens pode falar com o fulano. E ele é o astro da série, fica arquitetando tudo que vai acontecer com genialidade e com aquele ar blasé que só ele sabe fazer. Pô! O Scofield é tão legal, mas com esses chiliques do Wentworth Miller aposto que a série não dura muito. E o pior de tudo é que o coitado nem famoso de verdade é. Ou vai me dizer que alguém se lembra dele pelo seu 'enorme' papel em Underworld?

Anyway, só quis comentar isso pra extravasar minha ansiedade, meu donwload do primeiro episódio da terceira temporada ainda está em 59%...



"O que que foi!? Que que você tá olhando? Hein? Hein? Fala que meus cotovelos são bonitos! Fala que meu cotovelos são bonitos!! Fala!!"